Os dados de um teclado sensível ao toque

Maximizando resultados.

GERENCIAMENTO

DE PROJETOS

Projetos são esforços finitos a fim de se atingir um objetivo, geralmente composto por quatro pilares centrais. Gerenciar projetos é maximizar os resultados nessas quatro vertentes básicas, a partir da premissa que nossos recursos são finitos: temos que garantir que o escopo inicial definido seja entregue, na qualidade ideal, dentro do orçamento e do prazo. Para que cada projeto saia do papel e se torne realidade, é necessária uma estrutura gerencial que garanta o resultado a partir de uma boa comunicação, gestão de riscos, e integração entre todos os envolvidos no projeto.


Há uma gama de metodologias utilizadas para essa gestão de projetos, que irão variar de acordo com a cultura da organização, porte do projeto, nível de detalhamento necessário e recursos disponíveis. Dentre estas metodologias podemos citar o PMBOK, o SCRUM, o PM Visual e o Canvas de Projetos.

ESTRUTURAÇÃO DO ESCRITÓRIO LEAN

Diferentemente dos projetos, os processos são atividades contínuas, repetidas ao longo de nossas rotinas. Se essas são repetidas, segue, portanto, um roteiro de execução. Se há um jeito padrão de se executar, devemos avaliar as variações a cada vez que a atividade é realizada,  reduzindo os desperdícios e alavancando resultados. Essas variações são chamadas de desperdícios e podem ser mapeadas e mitigadas, elevando o nível de entrega e a agregação de valor para o paciente/cliente, que, por fim, fica mais satisfeito e se torna um promotor da sua
instituição.

 

Estes projetos de melhoria podem utilizar das metodologias do DMAIC e do PDCA, e são chamados de projetos Lean, pois eliminam os desperdícios deixando os processos mais enxutos, rentáveis e com clientes satisfeitos.

                        Nós da Dorsal não só operacionalizamos o escritório Lean, como também
desenvolvemos as pessoas da instituição que poderão gerenciar este negócio junto a nós.

>>>>>>

FINANÇAS E CONTROLADORIA

Há três visões básicas que toda empresa deve ter rotineiramente sobre suas finanças: terei dinheiro em caixa para cumprir minhas obrigações? Terei lucro para gerar rentabilidade e reinvestir no crescimento da minha empresa? Estou gerando mais ativos ou mais passivos em longo prazo?


Para cada pergunta há uma resposta, em uma visão diferente das finanças da sua empresa: a DFC, a DRE e o balanço.


Para o conjunto dessas visões podem surgir vários desdobramentos necessários, como o ajuste do ciclo financeiro, análise de custos e rentabilidade por procedimento, por centro de custos, rentabilidade per capita, Ebitda, entre outros.


Assim como um médico diagnostica uma doença a partir de seus sintomas, sem o conhecimento das finanças de sua empresa, não há como saber qual causa raiz está minando seus resultados. É para isso que essas visões e análises devem ser implementadas.